(Português) Aveleda ao encontro da Cultura Chinesa

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(Português) Espampa ou Despampa

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(Português) A arte da poda

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(Português) À descoberta da Quinta da Aveleda…

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(Português) As histórias do vinho – Parte III

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As histórias do vinho – Parte II

Queres casar comigo?

Este é o final da história de hoje. Vamos ao início.

As histórias de amor são muitas vezes recordadas por uma música especial, uma data ou, como neste caso, um vinho.

Há cerca de dois anos, recebemos um e-mail dos EUA que nos tocou pelo fulgor do amor que dele transparecia.

O futuro noivo queria pedir a namorada em casamento na Quinta da Aveleda por esta ser fã do vinho Casal Garcia.

Num belo dia de Agosto, chegou então dos EUA impaciente e acompanhado por ela, que desconhecia o seu plano.

No meio dos jardins da Quinta, de joelhos, confessou-lhe o seu amor com as árvores e os pássaros como testemunhas.

Ela disse «sim» e ambos brindaram com Casal Garcia.

As histórias de amor embalam sempre o nosso imaginário.

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As histórias do vinho – parte I

No dia 28 de Dezembro de 1986, o jornal The New York Times publicava um artigo sobre a Aveleda intitulado «Youthful Wine From Northwest Portugal».

A entrevista com Luis e António Guedes está recheada de histórias mas, e neste caso, destacamos a história que perdurou desde esse dia.

Há 26 anos, um casal brasileiro, então residente nos Estados Unidos, leu este artigo e conservou-o com o carinho que nem o tempo consegue apagar.

Na passada terça-feira, dia 06 de Novembro, foi com o mesmo carinho que este casal, atualmente residente no Brasil (em S. Paulo) veio visitar a Quinta da Aveleda, oferecendo-nos o recorte original do jornal.

Esta é uma história de afetos, que perdurará por muito mais anos.

Para ler o artigo publicado no The New York Times, click aqui.

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e finda a vindima, partilhamos o nosso relatório de Vindima 2012

O ano de 2012 caracterizou-se por temperaturas relativamente frescas, e um atraso no ciclo vegetativo de cerca de três semanas. A humidade durante a floração provocou algum desavinho o que fez com a que a vindima fosse menor em termos quantitativos. As condições climatéricas verificadas em final de Agosto, após alguns dias de vento, aceleraram a maturação  possibilitando a realização das vindimas com tempo seco, quente e com algum vento de Leste, o que permitiu a evolução das maturações, produzindo uvas frutadas, bem maduras e simultaneamente equilibradas em acidez e açúcar. No entanto, a partir de meados de Setembro verificaram-se três dias de chuva intensa o que implicou alguma perda de qualidade, especialmente nos vinhos tintos.

QUINTA DA AVELEDA – Região dos Vinhos Verdes

As vindimas decorreram na Quinta da Aveleda durante cerca de quatro semanas com condições climáticas muito boas, com exceção da segunda semana, o que permitiu a obtenção de uvas em bom estado sanitário e boa maturação. As uvas provenientes das vinhas próprias da Aveleda foram vindimadas antes das chuvas ocorrerem e produziram vinhos de excelente qualidade. Na generalidade da região, a vindima foi de boa qualidade. As castas Alvarinho e Loureiro produzirão vinhos frutados e bastante equilibrados.

QUINTA DA AGUIEIRA – Região da Bairrada

Na Quinta da Aguieira, as vindimas tiveram duas fases distintas. A primeira, que ocorreu antes do final da primeira quinzena de Setembro, realizou-se para as castas brancas que apresentaram uma boa maturação, um bom estado sanitário bem como um excelente equilíbrio acidez/açúcar. A segunda fase da vindima teve lugar no final do mês de Setembro e início do mês de Outubro, após a chuva, o que não permitiu a perfeita maturação fisiológica e fenólica das uvas tintas da propriedade. Este será assim um ano mais difícil para tintos, mas um grande ano para brancos.

DOURO

Em virtude das condições climatéricas registadas, verificou-se um decréscimo de produção nesta região. No entanto, a vindima é de boa qualidade o que permite antever a produção de vinhos redondos e frutados.

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…que prosseguem a bom ritmo

O início das vindimas ocorreu mais tarde este ano na Região dos Vinhos Verdes devido às condições climatéricas registadas. As últimas semanas foram de grande azáfama na Aveleda e prevê-se que as vindimas prossigam até meados do mês. Em breve, poderemos partilhar com todos o nosso «relatório de vindimas», nomeadamente o que será possível esperar para as próximas colheitas dos nossos vinhos.

A Aveleda detém 170 hectares de vinhas, assinaladas no mapa acima.

Com influência marcadamente atlântica, a altitudes variáveis entre os 200 e 400 metros, 150 desses hectares encontram-se no epicentro da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, de onde são provenientes as castas Loureiro, Fernão Pires, Arinto, Trajadura e Alvarinho.

A empresa desenvolveu, nos últimos 15 anos, uma importante reestruturação das suas vinhas, nomeadamente com a plantação de 30 hectares da casta Alvarinho, em grande parte nas suas vinhas em Celorico.

Além disso, numa constante atitude de sustentabilidade da biodiversidade do ecossistema vitícola, foram adoptadas técnicas modernas e eficazes, harmoniosamente conciliadas com o ambiente, que fomentam a manutenção diversificada dos solos vivos, da fauna e da flora.

Além dos 150 hectares de vinhas na região Demarcada dos Vinhos Verdes, a Aveleda possui ainda 20 hectares de vinhas na propriedade que detém na Região da Bairrada: a Quinta da Aguieira. São produzidas nessas vinhas as castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Chardonnay e Maria Gomes.

Até ao lavar dos cestos, é a vindima!

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… e pelas vindimas

Depois da vinha da Raposeira, as vindimas prosseguem hoje nas vinhas de Celorico, nas quais reina a casta Alvarinho.

A casta Alvarinho é vigorosa mas de menor produção. Com um cacho pequeno, apresenta bagos redondos e pequenos.

Os vinhos produzidos com Alvarinho são muito aromáticos, com textura densa e boa sucrosidade e frescura.

Em termos do perfil dos vinhos brancos produzidos na Aveleda, a frescura é uma característica muito importante, que começa a ser trabalhada na matéria prima: a uva.

A realização de vindimas durante os períodos mais frescos (nomeadamente durante a noite), permite assegurar a obtenção de uvas nas melhores condições e assim controlar a temperatura do mosto.

Depois da pausa durante a tarde, voltaremos às vinhas pelas 22h00…     

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